11:00 H : 2ª comunicação

João Paulo Garrinhas

AIAR

NOTA BIOGRÁFICA

Elvas, 1969. Vive e trabalha em Elvas. Geógrafo pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa desde 1992. Mestre em Geografia Humana e Planeamento Regional pela mesma faculdade em 1997, Doutorando em “Planificación Integral y Desarollo Regional” na Universidade da Extremadura desde 2011. Autor de numerosos papers, artigos e teses sobre Elvas, é um dos mais incontornáveis estudiosos e estrategas do desenvolvimento de Elvas da contemporaneidade. Fundador e Vice-Presidente da Direcção da AIAR, associação de desenvolvimento pela cultura.

SINOPSE

Os primeiros indícios de turistificação em Elvas decorrem da classificação do Castelo de Elvas como primeiro Monumento Nacional em 1906. A cidade de Elvas conta com numerosos e interessantes vestígios arquitetónicos e arqueológicos que remontam à Pré-história. A Cidade Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações está classificada desde 2012 como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO o que conduziu a um aumento exponencial do número de visitantes. No entanto, predomina um turismo de passagem com um menor impacta na hotelaria transportes, restauração, lazer, cultura e serviços, e consequentemente o emprego. Por outro lado, apesar dos importantes investimentos realizados em equipamentos e infraestruturas, não se conseguiu inverter os processos de perda populacional e desvalorização social e económica do centro histórico, bem como de degradação do património e habitacional. Neste âmbito, o turismo urbano e cultural deve constituir o vetor fundamental para a transformação, reabilitação do centro histórico de Elvas. Uma cidade inteligente, sustentável e resiliente, uma cidade século XXI.