11:30 H : 3ª comunicação

Ana Cristina Pais

Direcção Regional de Cultura do Alentejo

NOTA BIOGRÁFICA

Licenciada em História na variante de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1987). Ramo de Formação Educacional da Licenciatura em História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (1989). Mestranda em Museologia na Universidade de Évora (2001-2002). Pertence aos quadros da Presidência do Conselho de Ministros – Secretário de Estado da Cultura, mais concretamente aos serviços da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, exercendo ao presente funções de técnica superior na Direcção Regional de Cultura do Alentejo, onde é responsável:

  • pela coordenação/gestão de monumentos com implementação de programas de interpretação, exposições permanentes ou temporárias, conservação preventiva, etc;
  • pela organização e apresentação de candidaturas a fundos comunitários para conservação/recuperação de monumentos e sítios sob tutela da DRCAlen;
  • , pela coordenação da área de ligação aos Museus do Alentejo, , desde 2008.

Acompanha e promove, desde 1999 projectos e intervenções de conservação e salvaguarda de património arquitectónico, de património móvel e de património integrado, quer como historiadora de arte, quer enquanto coordenadora de sítio nos diversos monumentos sob sua coordenação técnica.

Entre 2008 e 2015, articula com os serviços da Escola de Música da Universidade de Évora a apresentação do trabalho dos alunos dos cursos de música e teatro em espaços monumentais sob tutela da Direcção Regional de Cultura do Alentejo.

SINOPSE

A Direcção Regional de Cultura do Alentejo é responsável pela tutela e gestão de um conjunto importante de património arquitectónico militar, de tipologia, dimensões e datação diversas, correspondendo igualmente a diferentes necessidades de conservação, apresentação e comunicação públicas. A gestão deste património exige que se encontrem mecanismos de cooperação e colaboração, na perspectiva da sua reutilização, sempre no interesse da conservação e transmissão do próprio edificado, com o objectivo central de comunicar sentidos e significados, potenciando a fruição pública.

Nesta perspectiva, a relação entre as questões da conservação e manutenção do edificado, da sua transmissão e fruição públicas, bem como dos novos usos que este património pode potenciar, exigem a intervenção de equipas pluridisciplinares na definição de programas e projectos e a conjugação de esforços públicos e privados nos respectivos processos de gestão e dinamização cultural.